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Personalidade do mês – Marta Lampreia da Eco-Partner: “Fomos responsáveis por elevar a qualidade dos serviços ambientais”

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Desde 2003 que Marta Lampreia gere os destinos da sua empresa. A partir dessa altura que a Eco-Partner trata do “ambiente” das oficinas de automóveis em Portugal, não existindo pessoa melhor colocada para falar sobre esta matéria.

Durante praticamente toda a sua vida profissional que Marta Lampreia tem tido uma relação direta com o setor automóvel, e com as oficinas de automóveis em particular, por via da questão ambiental.

Uma das vantagens que tem é que acompanhou de muito perto todo o desenvolvimento legislativo que passou a obrigar as oficinas de automóveis a fazerem a separação correta dos resíduos e a reencaminharem os mesmos para destino final, isto é, tem acompanhado de perto a evolução que tem sido operacionalizada nas oficinas desde a época em que pouco ou nada se fazia em termos ambientais até às dores de cabeça que muitos responsáveis atravessam atualmente para cumprirem e não serem alvo das temíveis coimas ambientais.

Nesta entrevista, Marta Lampreia fala da Eco-Partner, da relação entre as oficinas e as questões ambientais (deixando importantes conselhos), da concorrência e daquilo que o futuro reserva e que irá simplifica o processo no registo da recolha e transporte dos resíduos.

Eco-partnerA Eco-Partner nasceu em 2003. Para além da fundação da empresa, qual foi o grande marco da atividade da empresa nestes anos todos?

Quando arrancamos com a empresa eramos duas pessoas, com dois telefone e dois computadores e fazíamos consultoria. Tínhamos uma parceria com a ACAP, que já vinha de uma anterior empresa onde tinha trabalhado, e desde logo essa relação começou a trazer os primeiros clientes. A empresa foi crescendo, mas o primeiro grande passo foi quando internalizamos serviços, isto é, deixamos de fazer apenas a parte comercial e a consultoria e passamos a prestar também serviços que antes eram contratados a outras empresas.

A partir daí passaram a ser um operador de gestão de resíduos?

Sim, a partir do momento em que adquirimos instalações próprias (2007, n.d.r.) e as licenciamos passamos a ser um operador de gestão de resíduos. Depois compramos camiões o que nos permitiu fazer o serviço de A a Z. Outro passo muito importante na nossa atividade foi entrar numa área em que existia uma única empresa que tinha o monopólio do mercado, que foi a disponibilização das máquinas lava peças e lava pistolas de pintura.

Assim, a partir de 2009 passamos a prestar todos os serviços que as oficinas necessitavam, podendo a mesmas confiar na Eco-Partner tudo o que tinha a ver com as questões ambientais.

O vosso posicionamento no mercado foi sendo reforçado…

O nosso posicionamento foi sempre como empresa que implementa as soluções que propõe. Começamos sempre por um diagnóstico numa oficina em que identificamos a legislação que lhe é aplicável e o estado de conformidade, se cumpre ou se não cumpre, e uma vez identificados os pontos de não cumprimento, estabelecemos um plano de ação, definimos custos e implementamos as ações necessárias. Na realidade é isto que sempre fizemos, com a vantagem de, a partir de determinado momento, a oficina poder usufruir de tudo isto a preços de mercado apenas com um único interlocutor. Mas fazemos ainda mais. Estabelecemos uma agenda ambiental para a oficina em que definimos as datas em que tem que executar diversas tarefas como a limpeza do separador de hidrocarbonetos, as análises de água, entre outras, e fazemos o licenciamento das descargas de água, quando não está feito numa fase inicial, para além de monitorizações e outras ações periódicas que têm de ser desenvolvidas ao longo do tempo.

A oficina pode contratar apenas alguns serviços?

Sim, pode ser apenas contratado o serviço de gestão da agenda ambiental que os alerta para as obrigações a cumprir e depois os serviços serem contratados a outra entidade. No entanto nesta área nada está feito definitivamente. As oficinas têm sempre novos colaboradores ou novos diretores pós-venda o que obriga a nova sensibilização, por exemplo, para a separação dos resíduos, como existe sempre nova legislação que é publicada e os requisitos podem ser cumpridos de forma diferente. Portanto, tudo isto é muito dinâmico sendo necessário um constante acompanhamento.

A Eco-Partner lançou em 2015 uma ferramenta online, a “Gestão da Conformidade Legal”. Isso foi de alguma forma inovador neste setor?

Diria que aos dias de hoje ainda é algo que nós temos como inovador neste setor. Trata-se de uma plataforma aberta, que está configurada para cada cliente que pretende este tipo de serviço.

Como funciona este serviço online?

Este tipo de plataforma é disponibilizada a todos os clientes que aderem a um serviço de consultoria nível 2, que é o mais completo. Neste nível e com esta plataforma o cliente tem apenas que aguardar que a Eco Partner o alerte sobre o que tem que fazer, pois todos os timming´s são assegurados pela nossa empresa. Mesmo numa empresa que tenha mais que uma oficina, o responsável pós-venda poderá monitorizar o cumprimento das obrigações legais de cada instalação através desta plataforma. O interessante desta plataforma é que o seu custo é também muito baixo, face aos enormes benefícios que traz para as oficinas.

eco-partnerA questão da responsabilidade ambiental continua a ser um assunto muito discutido neste setor…

Continua ainda a ser polémico como é que isto deve ser feito. Temo-nos confrantado com uma solução proposta em diversas reuniões do setor de que bastará constituir uma garantia financeira de um euro para cumprir, o que é errado na nossa opinião!!!

O que é que a Eco-Partner recomenda?

O que recomendamos aos nossos clientes é que avaliem o risco real de contaminação e de provocar um dano e a partir desse momento tomem medidas concretas de mitigação para minimizar o risco. Quando o risco é pequeno, já se pode realizar uma garantia financeira de montante reduzido, suportado num estudo que a Eco-Partner realiza.
É uma questão muito importante para nós, porque este é um serviço em que se acrescenta valor ao nosso cliente, pois estamos a minimizar o risco real para o cliente.

O vosso cliente alvo são oficinas…

A grande maioria são pequenas ou médias oficinas. Já tentamos trabalhar com grandes grupos, mas existem relações comerciais entre empresas que nos ultrapassam e muitas vezes nem temos interesse pelo reduzido preço praticado.

Porém, digo com muito orgulho que todos os que trabalham ou trabalharam para a Eco-Partner foram responsáveis por elevar o standard de qualidade dos serviços ambientais prestados ao setor automóvel. Sempre quisemos acrescentar valor aos nossos serviços e tornar os mesmos mais adaptados às necessidades dos nossos clientes. O que é certo é que temos clientes em todo o país e os nossos carros fazem rotas por todo o país.

Considera que está a ser feita uma boa consultoria ambiental às oficinas?

Existe um pouco de tudo. Ainda existem alguns consultores que deviam preocupar-se em fazer um trabalho construtivo em fez de destruírem o que está bem feito.

No caso da Eco-Partner temos uma pessoa que está constantemente a estudar a legislação e a tratar de processos de legislação ambiental, que nos dá uma expertise nesta área, podendo fornecer pareceres sérios e credíveis. Mas existe quem não o faça!!!

Existe muita concorrência neste setor?

Operadores de resíduos existem muitos. Alguns prestam um bom serviço outros nem por isso. Empresas de consultoria também existem muitas.

Mas o ambiente é um bom negócio tendo em conta que cada vez existem mais empresas neste setor?

Desde 2003 até hoje os preços que praticamos estiveram sempre a descer. É certo que os custos também desceram, nomeadamente com os centros integrados de tratamento de resíduos perigosos que antes não existiam, mas a verdade é que se praticam preços mais baixos do que no passado.

Em termos de negócio as margens estão mais esmagadas. Nós fazemos contas e sabemos os custos desta atividade, praticando preços competitivos, mas as margens estão realmente muito esmagadas. Atualmente é preciso ser muito eficiente para se tirar rentabilidade desta atividade.

Ainda se “joga” muito com a falta de informação nas oficinas?

Sim. Existem algumas obrigações simples de cumprir, mas como as oficinas não sabem o que é ao certo, acabam por pagar para que alguém resolva, mas por vezes isso é feito de forma pouco credível e sem sustentabilidade. Atenção que não estou só a falar de pequenas oficinas, mas também de grandes grupos.

Existe muito trabalho a fazer e existem boas empresas a trabalhar nesta área mas também existem outras que não têm boas práticas.

As empresas de consultoria não têm que ser licenciadas para prestar os seus serviços?
Não, qualquer pessoa pode prestar serviços de consultoria ambiental. Houve um período em que as empresas gastaram muito dinheiro em coisas que não eram necessárias, apenas porque foram mal aconselhadas. Hoje em dia felizmente há muito mais informação e muito mais cuidado por parte das oficinas. As decisões ambientais que qualquer oficina deva tomar têm que ser suportadas em apoio especializado, pois só assim se optmizam custos e evitam problemas.

Será esta uma razão para que ainda existam muitas oficinas que não cumpram do ponto de vista ambiental?

É uma razão, mas muitas vezes as oficinas deixam andar esperando que não sejam alvo de nenhuma inspeção. As oficinas não podem ter uma atitude de avestruz em termos de ambiente e fazerem que nada se passa, pois tem sido realizadas inspeções com alguma regularidade nas oficinas.

A opinião generalizada que existe é que se realizam poucas inspeções e que muitas vezes só acontecem por denúncias…

Nós temos recebido regularmente chamadas de potenciais clientes, que já tínhamos contatado, e que foram inspecionados. Depois lá temos que fazer tudo à pressa, pois normalmente são 10 dias que a oficina tem para regularizar essa situação.

Muitas vezes , falando de inspeções, leva a que as oficinas se decidam a resolver os seus problemas.

Considera que as associações têm feito um bom trabalho na área ambiental?

De facto, têm sido feito um bom trabalho pelas associações, até porque isto implica outras problemas, como é o caso da concorrência desleal entre oficinas que cumprem e as que não cumprem.

Quanto é que uma oficina “gasta” para ser cumpridora ambientalmente?

Se for uma oficina tradicional, com 2 ou 3 mecânicos, que não seja de pintura, consegue por 1.200 /1.300 euros cumprir ambiental. Não considero que isso seja muito elevado e qualquer oficina pode suportar esse valor facilmente. Depois do primeiro ano numa oficina os nossos serviços têm uma redução no preço considerável.

Uma boa gestão ambiental permite a uma oficina reduzir custos?

Tudo depende do ponto de partida. Se uma oficina não cumprir nada em termos de ambientais, qualquer coisa que faça nessa área vai originar maiores custos. Noutras oficinas que tenham uma grande produção de metais e baterias no limite pode ter custos equilibrados, isto é, o que consegue de retorno pelos resíduos valorizáveis pode equilibrar o custo pelo encaminhamento dos resíduos perigosos. Existem soluções para evitar uma série de custos ambientais e que se forem corretamente aplicados consegue-se de facto reduzir custos no final de um ano. Porém, uma oficina que já tenha tudo otimizado, terá mais dificuldade em reduzir custos nesta área, embora possam sempre ser avaliadas outras oportunidades.

De uma forma geral, só as boas práticas permitem reduzir os custos ambientais…

Sim, o conselho é que as boas práticas tendem a reduzir custos a médio prazo, evitam coimas, e fazem com que as pessoas estejam alinhadas num objetivo.

Qual o primeiro passo a dar para uma oficina que queira cumprir?

O primeiro passo é criar condições para tal, por exemplo, numa oficina que não tenha contentores para separar resíduos é, de facto, muito difícil separá-los!!! Quando se criam as condições, sensibilizam-se depois as pessoas e com um acompanhamento correto as pessoas acabam por cumprir.

Obviamente que o incentivo deve vir do gestor da oficina ou do responsável pós-venda, mas também é importante que as pessoas que trabalham numa oficina tenham brio profissional nesta questão do ambiente.

Contudo, é um processo muito longo…

Sim, muito longo e que nunca está concluído. Porém, nota-se que as novas gerações já têm muito mais cuidado com essas questões e isso é muito positivo verificar. Têm-se vindo a evoluir bastante, e também os clientes podem e devem ter um papel muito importante nisso. Se nós cidadões privilegiarmos uma oficina que tenha tudo limpo, arrumado e que esteja a cumprir ambientalmente, todo temos a ganhar, sobretudo as gerações futuras.

Existem falta de meios na inspeção ambiental?

Claramente que existem falta de meios, mas como já disse tem sido feito mais do que no passado. O que desconheço é se a abordagem que é feita é tão pedagógica quanto poderia ser, embora tenha conhecimento que se evoluiu já bastante a este nível.

Fala-se que algumas coimas, aplicadas às oficinas, são demasiado elevadas…

Algumas são de facto muito elevadas. Muitas vezes, dando um exemplo, não é só a bateria estar no chão, são as práticas associadas à venda da bateria a operadores não licenciados, porque se trata de um resíduo com valor. Já existe a obrigatoriedade de comunicar à autoridade tributária que se vai expedir de mercadorias que têm valor. Existem mecanismos e legislação que desincentiva esta prática, mas muita oficina continua a arriscar. Considero que as coimas podem baixar no dia em que todos cumpram e que a mentalidade das pessoas mude. Até lá as coimas serão elevadas para desincentivar certas práticas.

Nem todas as infrações são por desconhecimento…

Deve-se analisar muito bem se em cada caso existe desconhecimento ou dolo. Nós alertamos sempre para situações de risco, mas compete às oficinas tomar as melhores decisões para que não correm risco.

Existe, no seu entender, excesso de legislação ambiental para as oficinas?

Tomando como exemplo o regime da responsabilidade ambiental, que já falamos antes, considero que deveria ter uma metodologia que pudesse ser adoptada pelas oficinas e lhes permitisse cumprir.

Não existir uma metodologia especifica leva a que as oficinas não cumpram. Por exemplo, quais são as oficinas que tem análise de risco? Este requisito legal poucos cumprem. Faz parte do nosso serviço pelo que as oficinas nossas clientes são exceção e cumprem!!!

Quais são as principais infrações ambientais detetadas nas oficinas?

Se quisermos tipificar as infrações, diria que as principais são a entrega de resíduos a operadores não licenciados, uma incorreta segregação dos resíduos, onde existe um bom trabalho a fazer, o não cumprimento dos requisitos do regime da responsabilidade ambiental, nomeadamente fazer a análise de risco que poucos fazem, e a falta de licenciamento das descargas residuais (este pode ser um processo muito moroso).

O Ecomarketing é uma vantagem para uma oficina face à concorrência e parente o cliente?

O cumprir ambientalmente não é desfasado do resto da realidade dentro de uma oficina. Uma oficina bem organizada, limpa e estruturada, obrigatoriamente deve ter a questão ambiental perfeitamente definida. Claro que uma oficina que cumpre deve aproveitar isso e comunicar para o mercado que cumpre. Isso é claramente uma vantagem para essa oficina, que pode até vir a refletir isso na fatura, desde que garanta aos clientes que o sistema de gestão ambiental está bem implementado.

Muitos operadores de peças dizem que não se deviam vender lubrificantes nos grandes centros comerciais por razões ambientais. O que tem a dizer sobre isso?

Devia haver um enquadramento especifico para este tipo de vendas, mas não será propriamente fácil obrigar o particular a reencaminhar o óleo usado.

Existem diversos conceitos que funcionam, por exemplo as “decheteries” em França, que são pequenos ecocentros localizados em determinadas zonas o que que permite que este tipo de resíduo seja depositado. Também não é viável para os operadores de resíduos.

Talvez a solução seja que quem vende este tipo de componente ou peça deva deter tenha uma zona para descarga do respetivo resíduo ficando o cliente com um vale que lhe permitirá a entrega do resíduo.

Para terminar. Do ponto de vista ambiental estarão para surgir algumas novidades que possam interceder com as oficinas?

As EGAR´s (Guias de Acompanhamento de Resíduos Eletrónicas) que finalmente vão ser uma realidade, vão mudar o “modus operandi” da gestão de resíduos. A partir do momento em que em vez das guias em papel passar a haver unicamente guias eletrónicas, deixa de ser possível anular guias e todos os intervenientes têm de ser operadores licenciados. Quer isto dizer que a vida dos operadores não licenciados vai passar a ser muito mais difícil, com repercussões a outros níveis, também para as oficinas que têm que emitir a guias eletronicamente.

Quando vai entrar em vigor?

Já entrou em vigor, mas vai tornar-se obrigatória a partir do início de 2018. O certo é que esta medida vai revolucionar a forma dew gerir resíduos, sobretudo a parte que não está ainda a ser gerida adequadamente. A partir do momento em que a guia é emitida, existe uma forma de fazer o acompanhamento e isso muda muita coisa, inclusive o reporte que passa a estar feito eletronicamente. Isto vai trazer novas necessidades, que ainda não estão totalmente identificados, mas será com certeza que vai ser bom para todos pois simplifica a parte burocrática de todo este processo.

Gestão da conformidade legal

A Eco-Partner decidiu em 2015, depois de ter desenvolvido um projeto para uma multinacional, apresentar aos clientes a ferramenta “Gestão da Conformidade Legal”.
Trata-se de uma plataforma online, configurável para cada oficina, onde se encontra toda a informação ambiental relevante para essa mesma oficina.

Esta plataforma é disponibilizada aos clientes “nível 2” da Eco-Partner, aos quais esta empresa gere todos os timming´s ambientais, não tendo a oficina que se preocupar com essas questões.

Na consulta da ferramenta “Gestão da Conformidade Legal” os clientes podem analisar diversas informações, como legislação (que está sempre atualizada), colocar questões à Eco-Partner, arquivo de todos os documentos ambientais, estado de conformidade do cliente requisito a requisito, tarefas a cumprir, entre outras informações.

“Desenvolvemos um projeto para uma empresa multinacional em Portugal, e aproveitamos esse know-how, com as necessárias adaptações a este setor das oficinas, para implementar esta ferramenta”, refere Marta Lampreia, administradora da Eco-Partner.

Segundo Marta Lampreia, os clientes que utilizam esta ferramenta têm toda a “vida” ambiental da empresa refletida na mesma, de uma forma muito prática, simples e de fácil consulta. “O responsável pós-venda tem aqui tudo o que precisa”, refere.

Apesar de ser uma ferramenta muito útil para grupos de retalho, que têm diversas oficinas, que assim podem simplificar muito o acesso à informação ambiental de cada um dos seus estabelecimentos, a verdade é que a mesma ferramenta é aplicável em qualquer oficina, “face aos enormes benefícios que a mesma encerra”, diz Marta Lampreia, explicando ainda que outra vantagem é o baixo custo de utilização desta plataforma.

Perguntas rápidas

Qual foi o seu primeiro carro?

O meu primeiro carro foi um Citroen AX.

Quantos quilómetros faz por ano?

Atualmente faço mais quilómetros do que fazia. Cerca de 50.000 quilómetros.

O que mais gosta no sector do oficinal?

Gosto muito de perceber as necessidades do cliente e poder resolver os seus problemas, encontrando as soluções ideais, convencendo-o de que são as melhores soluções e que deverão pagar um preço justo por elas.

E o que menos gosta?

O que menos gosto é o espírito que existe de regatear o preço. Por vezes movemos mundo e fundos para resolver o problema e desenvolver uma solução adequada e depois vai ao concorrente e troca-nos por poucos euros.

É importante ir ao terreno visitar as oficinas?

O processo de venda é moroso, entre o diagnóstico e a implementação da solução, mas isso prepara-nos parar darmos uma resposta adequada a cada oficina. Por isso, é obviamente muito importante estar no terreno.

O que gosta de fazer nos tempos livres, quando não está a falar de ambiente?

Gosto muito de jogar golfe.

Perfil

Licenciada em Química, na área de Biotecnologia, começou a trabalhar na área do ambiente relacionado com gazes industriais.

Entretanto entrou na Auto-Vila, então adquirida por uma multinacional francesa, e as suas funções passavem por trazer todas as atividades do grupo na área do ambiente para Portugal e implementá-las no mercado nacional.

Após este projeto, fundou a Eco-Partner, do qual é administradora desde 2003, gerindo hoje uma equipa de 15 pessoas.

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