Luís Oliveira, da Hispanor, considera que 2025 foi um ano muito semelhante a 2024, marcado por uma tendência negativa e por indefinições no sector da mobilidade e do após-venda. Para 2026, aponta o envelhecimento do parque automóvel e o crescimento dos veículos elétricos como factores-chave.
Que balanço fazem do ano de 2025 na atividade da vossa empresa?
O ano de 2025 foi um ano muito semelhante ao anterior, com tendência infelizmente negativa. As indefinições sobre a mobilidade de um modo geral, e as estratégias das marcas para tratarem o após-venda apontam para uma necessidade de correção ás trajetórias das empresas relacionadas com o sector mas este caminho ainda tem muitas nuances, o que origina uma dificuldade acrescida nesta tomada de decisões.
Qual foi, na sua perspetiva, o fator ou acontecimento mais impactante no aftermarket em 2025?
Na minha opinião não podemos apontar nenhum tema que objetivamente se destaque no aftermarket em 2025. Em Portugal, diria que o envelhecimento do parque automóvel e consequente tratamento do mesmo, será o acontecimento a ter mais em conta e exige alguma reflexão.
Que mudanças acredita que poderão marcar o aftermarket automóvel em 2026, tendo em conta as transformações recentes do mercado?
Diria que são duas as principais alterações do mercado em Portugal que influenciarão o futuro a curto/médio prazo. Por um lado o aumento do parque de carros elétricos e, por outro, o envelhecimento do parque atual.
Que investimentos e estratégias está a vossa empresa a planear implementar em 2026 e em que áreas?








