Hernan Marquez, da Sampa, faz um balanço positivo de 2025 e analisa o impacto da concorrência na cadeia de abastecimento, a crescente valorização de fornecedores ibéricos no aftermarket e antecipa um 2026 orientado para a expansão da gama, reforço de stock e melhoria dos níveis de serviço à rede de distribuição.
Que balanço fazem do ano de 2025 na atividade da vossa empresa?
O nosso balanço é muito positivo. O ano de 2025 em Portugal proporcionou-nos um crescimento de vendas através da nossa rede de distribuição. A marca consolidou-se e o mercado deu-nos uma elevada valorização em termos de qualidade e confiança.
Qual foi, na sua perspetiva, o fator ou acontecimento mais impactante no aftermarket em 2025?
A concorrência na cadeia de abastecimento. Os fornecedores locais na região melhoraram os seus serviços e a sua gestão.
Que mudanças acredita que poderão marcar o aftermarket automóvel em 2026, tendo em conta as transformações recentes do mercado?
O mercado começa a confiar nas alianças com operações na própria região. Os distribuidores começam a confiar na eficiência do fornecimento por parte de fornecedores ibéricos, em detrimento das importações provenientes dos países de leste. 2026 será também um ano de crescimento.
Que investimentos e estratégias está a vossa empresa a planear implementar em 2026 e em que áreas?
Da nossa parte, voltaremos a investir na nossa oferta. Ao longo do ano ampliaremos a nossa gama, aumentando referências e introduzindo produtos inovadores da Sampa, para assim gerar um stock disponível e estável, capaz de apoiar os nossos distribuidores e atender às necessidades do mercado entre 24 e 48 horas.











