Mário Augusto, da Gedore, analisa um 2025 marcado por crescimento acima da média europeia no aftermarket, identifica a segurança e a eficiência operacional como fatores-chave do último ano e aponta 2026 como um período decisivo para a consolidação de soluções técnicas mais específicas, sobretudo para veículos elétricos e híbridos, com a formação a assumir um papel central.
Que balanço fazem do ano de 2025 na atividade da vossa empresa?
O ano de 2025 foi um ano excelente para nós, com um crescimento sustentado mas bastante acima da média europeia. As nossas novidades tiveram uma excelente recetividade, e os nossos parceiros e respetivos mercados internacionais responderam bastante bem.
Qual foi, na sua perspetiva, o fator ou acontecimento mais impactante no aftermarket em 2025?
A perceção, da parte dos vários intervenientes, do quanto é importante trabalhar em segurança e ao mesmo tempo otimizarem os resultados, reduzindo assim o tempo de operação/manutenção/reparação.
Que mudanças acredita que poderão marcar o aftermarket automóvel em 2026, tendo em conta as transformações recentes do mercado?
Necessidade de mais soluções específicas para o aftermarket dos carros elétricos e híbridos, bem como nas soluções dinamométricas digitais, que permitem reduzir o erro drasticamente.
Que investimentos e estratégias está a vossa empresa a planear implementar em 2026 e em que áreas?
O principal investimento da nossa parte será na formação e treino dos utilizadores das nossas soluções. Somente assim o mercado entenderá as várias vantagens ao usarem as ferramentas certas.











