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Arval: Atenta aos desafios

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A Arval, empresa de renting e gestão de frotas, está a crescer no mercado português, atenta aos avanços tecnológicos do mercado e aos novos desafios, nomeadamente no que envolve a manutenção dos veículos.

TEXTO NÁDIA CONCEIÇÃO

Com uma frota de cerca de 10 mil unidades em Portugal e com previsão de crescimento, a Arval tem visto a sua quota de mercado aumentar, estando atualmente focada em promover a integração de veículos a energias alternativas, estando previsto que, em Portugal, cerca de 3% dos veículos da frota da empresa, daqui a três anos, sejam elétricos.

MANUTENÇÃO

Relativamente às implicações e diferenças na manutenção e reparação deste tipo de veículos, Philippe Bismut, CEO da Arval, é da opinião que só o futuro irá definir estes aspetos, não sendo possível prever, de forma exata, quais serão as reais necessidades e eventuais problemas de manutenção dos veículos elétricos, nomeadamente no que toca aos componentes de travagem, baterias e durabilidade dos restantes componentes, pelo baixo número de viaturas atualmente em utilização. “Tentamos antecipar, mas não sabemos ainda de forma exata. A rentabilidade no aluguer é definida por três fatores: o preço a que compramos, o preço a que vendemos e os custos de manutenção. Em relação aos elétricos, sabemos o preço a que compramos, mas os outros dois fatores não sabemos como serão no futuro. E por isso pretendemos, no total dos 29 países onde estamos presentes, atingir cerca de 5% da frota elétrica até 2020, para a partir daí reunirmos mais dados e podermos tirar conclusões mais exatas”, explica Philippe Bismut, que acrescentou: “Na nossa opinião, não irá existir uma redução dos custos de manutenção.

A natureza dos problemas não será a mesma e o número de intervenções também não será igual. Porque não precisaremos de certas intervenções rotineiras como mudar o óleo, mas não sabemos ainda quanto irão aguentar os motores e os componentes, e com que frequência será necessário trocá-los. Em relação à travagem, os veículos elétricos também são mais exigentes para todos os componentes do veículo, e a aceleração também é mais exigente. Por isso, antecipamos menos intervenções, mas com um valor mais alto em cada uma delas. Para além disso, não sabemos ainda o comportamento exato das baterias a longo prazo”.

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