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Rui Reis, da AZAuto: “A tendência para concentração da atividade é factual”

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Rui Reis, chefe de vendas da AZAuto, considera as devoluções como algo inerente ao negócio, e o surgimento dos sites B2C como possíveis criadores de novas oportunidades para o negócio dos grossistas.

Como é caracteriza o setor grossista de peças auto em Portugal?

O setor grossista de peças auto em Portugal, é um setor altamente profissional, competitivo e extremamente bem desenvolvido, constituído maioritariamente por empresas com um elevado grau de maturidade, com vários anos já de existência e com uma presença forte no mercado.

A cadeia (fabricante, grossista, retalhista e oficina) continua a fazer sentido no negócio de peças atualmente?

Claramente que sim. Embora haja players no mercado que hoje apontem visões noutro sentido, é claramente benéfico para as várias partes a existência de todos, essencialmente pela redução do gap existente entre as partes, pela maior conveniência e qualidade do serviço prestado entre as várias camadas.

A tendência internacional no setor das peças é a concentração da atividade. Quais são as tendências futuras no setor grossista (e também retalhista) ao nível das peças em Portugal?

A tendência para concentração da atividade é factual. É algo efetivamente notório no nosso mercado, desde o grossista à oficina.

As devoluções de peças são neste momento um dos maiores problemas do grossista de peças? Qual o principal problema que um grossista enfrenta hoje em dia na atividade?

Não consideraria as devoluções efetivamente como um problema. É um ponto da nossa atividade. É um ponto de contacto com os nossos clientes e nós, na AZ Auto, damos muita importância e trabalhamos muito para aproveitar todos os momentos que nos permitam contactar com o cliente, para causar uma boa impressão. Os nossos clientes são, acima de tudo, nossos parceiros. E com os nossos parceiros, privilegiamos um contacto próximo, direto e simples, para uma maior eficácia.

Quais foram as mais recentes novidades da vossa atividade?

Lançamento de novas marcas. Este ano 2018 demos início à comercialização de marcas como a LuK, INA, FAG, Lemforder e Metzger.

Os sites de venda online B2C podem ser uma ameaça para os grossistas?

A ser uma ameaça, não será apenas para o grossista. Será para o grossista, retalhista e será certamente para a própria oficina. Hoje é sabido que diariamente entram clientes particulares nas oficinas, com prints de peças que viram na internet, com preços que muitas vezes não são os praticados em Portugal, nem os corretos, e, isso sim, é uma verdadeira ameaça. Cabe a todos nós saber gerir o melhor possível cada ocorrência, sendo certo também que, em cada eventual ameaça, há também certamente oportunidades.

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