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“Já implementámos e vamos desenvolver em várias vertentes a utilização de um sistema de informação interna”, Pedro Jesus, Cometil

Pedro Jesus, da Cometil, faz um balanço positivo do desempenho da empresa, destaca os marcos tecnológicos que impactaram o aftermarket e antecipa as tendências que deverão moldar 2026, tanto ao nível da automação dos equipamentos como da estratégia interna de modernização de processos.

Que balanço fazem do ano de 2025 na atividade da vossa empresa?

Foi um ano muito positivo, superámos os objetivos que estabelecemos para 2025, quer em termos de vendas de equipamentos OEM, para serviços de pneus e também para unidades de reparação e manutenção automóvel.

Qual foi, na sua perspetiva, o fator ou acontecimento mais impactante no aftermarket em 2025? icabilidade

Em nossa perspetiva o lançamento do equipamento de verificação e ajuste dos ângulos da geometria das suspensão e direção para veículos comerciais pesados da Hunter, denominada por Hawkeye XL, foi realmente um marco importante. Passámos a dispor de uma máquina de alinhar capaz de verificar e ajustar os ângulos da direção vocacionada para veículos pesados, mas que também pode ser utilizada em veículos comerciais ligeiros e em viaturas ligeiras de passageiros, a qual utiliza câmaras para ler os alvos, ou seja os tradicionais sensores alimentados por baterias foram substituídos pelo sistema de câmaras de última geração. Esta nova tecnologia trouxe rapidez, fiabilidade, facilidade na execução das tarefas necessárias na realização dos ajustes nesta gama de veículos (pesados) e qualidade de serviço que beneficia o cliente.

Que mudanças acredita que poderão marcar o aftermarket automóvel em 2026, tendo em conta as transformações recentes do mercado? 

A automação será o conceito cada vez mais presente nos equipamentos, isto significa que podem ser operados por utilizadores sem conhecimentos técnicos específicos sobre as operações que executam, o que se reflete na qualidade do trabalho que e efetuado e na facilidade na realização de operações como desmontar/montar pneus e verificação de vibrações e equilíbrio de rodas. Este conceito já está disponível em dois equipamentos da Hunter, a Revolution (desmontar/montar pneus) e na RFE (equilíbrio de rodas) em que ambos dispõem do modo Walkaway no qual, parte do processo de trabalho pode ser executado sem a intervenção do operador.

Que investimentos e estratégias está a vossa empresa a planear implementar em 2026 e em que áreas?

Já implementámos e vamos desenvolver em várias vertentes a utilização de um sistema de informação interna, isto facilita o nosso trabalho quer em termos de operação técnica como também na gestão dos processos que diariamente são realizados, o objetivo é poder servir melhor os nossos clientes.

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