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“o principal fator de impacto em 2025 foi o aumento da complexidade técnica das reparações, aliado à pressão sobre custos e à escassez de mão de obra qualificada”, Rafael Peixoto, Carsistema

Rafael Peixoto, da Carsistema, faz um balanço positivo de 2025, um ano simbólico marcado pelos 25 anos da marca e por um reposicionamento estratégico que reforçou a sua identidade e ambição futura. Para 2026, indica que a eficiência, a inovação e a proximidade ao mercado surgem como pilares centrais da estratégia da empresa.

Que balanço fazem do ano de 2025 na atividade da vossa empresa?

O balanço de 2025 foi particularmente positivo para a CRS. Foi um ano marcado pela celebração dos 25 anos da marca, um momento que reflete a evolução e maturidade da empresa ao longo do tempo. Para assinalar este marco, avançámos com o rebranding de Car Repair System para CRS, um passo estratégico que modernizou a imagem da marca e reforçou o seu posicionamento para o futuro, sem perder o foco na qualidade e na proximidade ao setor da reparação automóvel. Paralelamente, continuámos a investir na melhoria da qualidade, na otimização de processos internos e no reforço do apoio técnico às oficinas. Esta abordagem permitiu-nos responder de forma mais eficaz às necessidades do mercado e manter a competitividade, mesmo num contexto económico exigente, reforçando a confiança dos nossos clientes na marca.

Qual foi, na sua perspetiva, o fator ou acontecimento mais impactante no aftermarket em 2025?

Na nossa perspetiva, o principal fator de impacto no aftermarket automóvel em 2025 foi o aumento da complexidade técnica das reparações, aliado à pressão sobre custos e à escassez de mão de obra qualificada. Este cenário levou as oficinas a repensar métodos de trabalho e a procurar soluções mais fiáveis e consistentes. Neste contexto, a CRS tem-se afirmado como uma marca essencial para dar resposta a estes desafios, não apenas através de uma oferta completa de soluções, mas também pelo acompanhamento técnico próximo e pelo desenvolvimento de produtos orientados para a qualidade e a fiabilidade do processo de reparação.

Que mudanças acredita que poderão marcar o aftermarket automóvel em 2026, tendo em conta as transformações recentes do mercado?

Em 2026, acreditamos que a exigência por maior eficiência será determinante no aftermarket automóvel. A necessidade de reduzir tempos de intervenção, controlar custos e garantir resultados consistentes levará as oficinas a valorizar soluções que simplifiquem os processos sem comprometer a qualidade final da reparação. Neste enquadramento, a CRS reforça a aposta na sua família HE High Efficiency, com produtos inovadores desenvolvidos para responder às exigências reais do mercado e acompanhar a evolução das práticas de reparação.

Que investimentos e estratégias está a vossa empresa a planear implementar em 2026 e em que áreas?

Em 2026, a CRS continuará a investir no desenvolvimento de produtos diferenciadores, com especial foco na família HE High Efficiency, bem como em equipamentos de elevada qualidade orientados para as necessidades atuais das oficinas. No início do ano, este compromisso materializou-se com o lançamento da nova Fita de Mascarar HE High Performance, concebida para garantir desempenho, precisão e fiabilidade em contexto profissional. Ao longo do ano, iremos ainda reforçar o investimento na formação, na inovação técnica e na proximidade com o mercado, com o objetivo de disponibilizar soluções cada vez mais ajustadas às exigências da reparação automóvel.

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