Hoje em dia, o setor vive uma profunda transformação marcada pela digitalização, procura de maior produtividade e sustentabilidade. As oficinas e os distribuidores trabalham com ferramentas digitais integradas que lhes permitem gerir a cor, os pedidos, o stock e a formação de forma muito mais ágil. Um bom exemplo é a Axalta Nimbus, a plataforma na nuvem que liga num único ambiente todas as soluções importantes para o cliente, desde a localização da cor e controlo do inventário até aos pedidos online e formação contínua. O Axalta Nimbus já foi lançado com sucesso em vários países e chegará em breve a Portugal. Além disso, a tecnologia aplicada à gestão da cor avançou significativamente: sistemas como o Axalta Irus Scan e o Axalta Irus Mix permitem um processo praticamente automatizado e digital da cor, com maior precisão e eficiência em cada reparação. Em paralelo, a Axalta Academy coloca à disposição dos profissionais recursos de formação flexíveis e atualizados, adaptados às novas necessidades do mercado e à evolução dos materiais e acabamentos. Há dez anos era difícil prever até que ponto estas soluções digitais transformariam o dia a dia das oficinas, mas hoje são uma realidade que está a redefinir a forma de trabalhar na repintura automóvel, com mais rapidez, precisão, controlo e, sobretudo, com dados que ajudam os gerentes a tomar decisões fundamentadas para melhorar a rentabilidade dos seus negócios.
O que mais teve impacto na repintura automóvel nos últimos 10 anos?
O maior impacto veio da digitalização de processos e da necessidade de otimizar as reparações. A gestão da cor deu um salto qualitativo graças a sistemas como o Axalta Irus Scan e o Axalta Irus Mix, que oferecem rapidez e precisão em todos os trabalhos. Ao mesmo tempo, a pressão sobre os custos, a sustentabilidade e a menor sinistralidade derivada dos sistemas ADAS levaram as oficinas a procurar soluções mais produtivas e com menos consumo de energia e materiais. A Axalta acompanhou esta evolução com tecnologias, produtos de alta eficiência e programas de formação adaptados.
Como caracteriza o momento atual da repintura automóvel em Portugal?
O mercado português, como parte do europeu, continua a ser atrativo para a Axalta porque, apesar do abrandamento das vendas de veículos novos e redução da sinistralidade, a empresa tem conseguido crescer nos últimos anos e continua a investir para garantir novas oportunidades. Portugal beneficia também de uma rede de oficinas cada vez mais profissionalizadas, onde a digitalização e a formação continuam a ser fundamentais para manter a competitividade.
Em 2035 qual será, no seu entender, o ponto da situação na repintura automóvel?
É difícil prever exatamente como será em 2035, mas é certo que veremos um setor muito mais digitalizado, eficiente e sustentável. As plataformas integradas como a Axalta Nimbus serão um padrão para gerir a cor, inventário, pedidos, formação e assistência num único ambiente. A eletrificação do parque automóvel transformará os perfis profissionais, com mais peso na eletrónica, diagnóstico avançado e trabalho com novos materiais. Por sua vez, a sustentabilidade será um eixo transversal, com produtos e processos que reduzem o consumo de energia, materiais e emissões.
O que mais poderá ter impacto, durante os próximos 10 anos, na área da repintura automóvel?
É muito provável que a eletrificação do parque e a utilização de sistemas ADAS cada vez mais avançados transformem as reparações, exigindo novas competências técnicas aos profissionais das oficinas. Outro fator importante será a atração de novas gerações para o setor, que hoje em dia não reconhecem que a profissão está suficientemente conectada, digital e inovadora. No entanto, graças a ferramentas como a Axalta Nimbus, Axalta Irus Scan, Axalta Irus Mix e à formação contínua oferecida pela Axalta Academy, esta perceção pode mudar. Por último, será cada vez mais impulsionada a utilização de produtos e processos sustentáveis, com materiais de menor impacto ambiental e métodos mais eficientes, como a secagem ao ar ou a aplicação molhado sobre molhado, que já contribuem para reduzir o consumo de energia e materiais.








