A Auto Delta, Fimag e AleCarPeças marcaram presença conjunta na Expomecânica 2026, num espaço que procurou evidenciar a força, complementaridade e capacidade de resposta das três empresas no mercado nacional do aftermarket automóvel. Para Tiago Domingos, responsável de comunicação e marketing, o balanço da participação foi “extremamente positivo”.
Como avalias a participação da sua empresa na Expomecânica? Que aspetos considera mais relevantes?
A nossa participação na Expomecânica 2026 foi extremamente positiva e correspondeu plenamente às expectativas que definimos para este evento. Mais do que uma feira comercial, a Expomecânica é hoje um ponto de encontro privilegiado para todo o aftermarket automóvel, permitindo reforçar relações com clientes, fornecedores e parceiros, bem como criar novas oportunidades de negócio.
Os aspetos mais relevantes foram a forte afluência ao nosso stand, a proximidade com os profissionais do setor e a possibilidade de apresentar soluções, serviços e projetos que refletem a evolução das empresas que representamos. Destacamos ainda a qualidade das interações realizadas, que evidenciaram um mercado cada vez mais profissionalizado e focado na criação de valor.
Qual foi ou foram os principais destaques na vossa presença neste evento? Lançaram alguma novidade importante?
O principal destaque foi, sem dúvida, a presença conjunta da AleCarPeças, Auto Delta e Fimag, que permitiu demonstrar a força e complementaridade das três empresas no mercado nacional.
Ao longo dos três dias promovemos diversas iniciativas junto dos visitantes, com especial enfoque na formação técnica e na partilha de conhecimento. Destacamos igualmente a parceria com a MEYLE, que trouxe ao nosso stand ações de formação dedicadas aos Kits de Manutenção de Caixas Automáticas, um tema cada vez mais relevante para as oficinas.
Mais do que o lançamento de uma novidade específica, procurámos apresentar uma visão integrada do futuro da distribuição de peças e do apoio técnico às oficinas, reforçando o nosso compromisso com a inovação, a proximidade e a qualificação do setor.
Globalmente qual a sua opinião sobre este evento em termos de expositores, qualidade dos stands, visitantes, etc? Foi melhor que as edições anteriores?
A nossa avaliação é muito positiva. Verificámos uma evolução clara ao nível da qualidade dos expositores, da apresentação dos stands e da diversidade das soluções expostas. A organização voltou a demonstrar capacidade para reunir os principais intervenientes do aftermarket nacional e internacional num ambiente profissional e dinâmico.
Em termos de visitantes, sentimos uma elevada afluência e, sobretudo, uma presença muito qualificada de profissionais efetivamente ligados ao setor.
Consideramos que esta edição consolidou a trajetória de crescimento da Expomecânica e reforçou a sua posição como o principal evento do aftermarket automóvel em Portugal.
No vosso entender quais foram as grandes tendências que saíram deste evento para o presente e futuro do pós-venda?
A Expomecânica confirmou várias tendências que já se vinham desenhando nos últimos anos. Em primeiro lugar, a crescente aposta na formação técnica e na especialização das oficinas, fundamentais para acompanhar a evolução tecnológica dos veículos.
Em segundo lugar, verificou-se uma forte atenção à digitalização dos processos, à utilização de ferramentas de diagnóstico mais avançadas e à integração de soluções que aumentem a eficiência operacional das oficinas.
Outro tema incontornável é a preparação do setor para a transição energética, nomeadamente através da capacitação para a manutenção de veículos híbridos e elétricos, sem esquecer que o parque circulante continuará durante muitos anos a exigir competências especializadas na manutenção dos motores de combustão interna.
Por fim, ficou evidente que o futuro do pós-venda passará cada vez mais pela combinação entre produto, conhecimento técnico, formação e proximidade ao cliente, áreas onde distribuidores, fabricantes e oficinas terão de trabalhar de forma cada vez mais colaborativa.













