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“Neste momento, qualquer prognóstico é arriscado”, Paulo Torres, Vieira & Freitas

17 Janeiro, 2022
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O sócio-gerente da Vieira & Freitas, Paulo Torres, faz para a Pós-Venda o balanço da atividade aftermarket de 2021 da sua empresa, esperando em 2022 conclua um dos mais importantes investimentos que a empresa fez até hoje.

Qual o balanço que fazem da vossa atividade em 2021?
Como disse há dias Bill Gates, “foi o ano mais incomum e difícil da nossa vida” (muitas pessoas que estão a ler isto podem dizer o mesmo), enquanto 2020 teve um breve período de relativa normalidade antes que o COVID-19 revertesse tudo. Em 2021, a pandemia dominou nossas vidas desde o primeiro dia. Todos nós tivemos que nos adaptar a um “novo normal” contudo, acabamos por conseguir ultrapassar todas as contrariedades e fechar de forma positiva.

Qual foi o facto mais marcante da vossa empresa em 2021?
Foi um ano marcado por o início de um muito grande investimento que iremos concluir em 2022.

Quais são os cenários mais prováveis para 2022, que possam condicionar (positiva ou negativamente) a atividade pós-venda em Portugal?
Neste momento, qualquer prognóstico é arriscado, continuamos dependente da pandemia, e isto poderá a qualquer momento condicionar o negócio e a economia em geral, prevejo um ano de inflação alta, com a energia a subir muito de preço e os mercados com falta de produtos, incluindo falta de peças no aftermarket.

Quais são as perspetivas da vossa empresa para 2022? Vai haver novos investimentos? Mantemos a esperança de que o fim da pandemia COVID-19 esteja finalmente à vista e contamos poder apresentar ao mercado o nosso investimento em novas instalações e tecnologia.

 

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