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Paulo Pimentel Torres, da Vieira & Freitas, “As devoluções são um dos grandes problemas”

3 Agosto, 2018
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Paulo Pimentel Torres, Gerente da Vieira & Freitas, analisa as tendências e desafios do negócio dos grossistas de peças em Portugal.

Como é caracteriza o setor grossista de peças auto em Portugal?

O setor de revenda de peças auto na europa, é um setor muito dinâmico e competitivo.

A cadeia (fabricante, grossista, retalhista e oficina) continua a fazer sentido no negócio de peças atualmente?

Não, o ex-grossista e ex-retalhista assumem uma posição idêntica como revendedores, os médios/grandes retalhistas são todos importadores e distribuidores de diversas marcas e peças. A cadeia é circular, todos vendem a todos.

A tendência internacional no setor das peças é a concentração da atividade. Quais são as tendências futuras no setor grossista (e também retalhista) ao nível das peças em Portugal?

Temos de aguardar para ver o que vai acontecer. São muitas as possibilidades e muitos os fatores que vão interferir.

Para além da rápida disponibilização das peças, da qualidade das peças, da gama alargada, das plataformas B2B e dos preços competitivos, que outros fatores podem fazer a diferença (atualmente) no negócio das peças?

A qualidade do staff.

As devoluções de peças são neste momento um dos maiores problemas do grossista de peças? Qual o principal problema que um grossista enfrenta hoje em dia na atividade?

É um dos grandes problemas, principalmente devido à fraca qualidade de programas de identificação de peças, e de quem com eles trabalha.

Quais foram as mais recentes novidades da vossa atividade?

Nada assinalável.

Os sites de venda online B2C podem ser uma ameaça para os grossistas?

Já é uma ameaça, os sites ainda nada percebem do ramo, mas vendem a preços baixos, não tem bons prazos de entrega, mas criam confusão no mercado.

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