A procura por marcas automóveis chinesas no Standvirtual quase triplicou no último ano, mostrando o crescente interesse dos consumidores portugueses por estas insígnias, sobretudo no segmento dos veículos elétricos.
Entre 2025 e 2026, a procura aumentou 274%, permitindo que a quota destas marcas no portal passasse de cerca de 1% para 2,35%, o valor mais elevado registado em abril.
No segmento dos veículos elétricos, o crescimento foi ainda mais expressivo, com uma subida de 329% na procura por modelos chineses face ao ano anterior. Atualmente, estas marcas representam 10% da procura total por veículos elétricos no Standvirtual, o que significa que cerca de um em cada dez contactos gerados para este tipo de automóveis corresponde já a uma marca chinesa. O BYD Atto 3 lidera o ranking dos modelos chineses mais procurados, enquanto a BYD e a MG concentram nove dos dez modelos mais procurados, sendo a MG a marca com maior diversidade de modelos na lista.
“O crescimento da procura por marcas chinesas resulta de uma combinação entre uma oferta cada vez mais diversificada, preços competitivos e uma forte aposta na eletrificação. Estas marcas têm vindo a ganhar notoriedade junto dos consumidores portugueses, apoiadas por investimentos significativos em comunicação e marketing e, também, por estratégias comerciais que lhes permitem reforçar a sua presença num mercado cada vez mais competitivo”, afirmou Pedro Soares, Head of Sales do Standvirtual.
O aumento da procura tem sido acompanhado por uma expansão da oferta. O número de anúncios de veículos chineses novos quadruplicou face ao mesmo período do ano anterior e, desde outubro de 2025, estas marcas representam, de forma consistente, mais de 10% da oferta de veículos novos disponível no Standvirtual, tendo atingido um máximo de 12% nesse mês. No mercado de usados, a oferta cresceu 132% entre março de 2025 e março de 2026.
Quanto aos preços, os veículos chineses novos estabilizaram em torno dos 38 mil euros entre o final de 2025 e abril de 2026. No mercado de usados, os valores médios situaram-se entre os 28 mil e os 29 mil euros, reduzindo a diferença de preço entre novos e usados e reforçando a competitividade dos modelos novos.












