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“O mercado dos elétricos irá condicionar o pós-venda nos próximos anos”, Paulo Torres, Vieira & Freitas

3 Fevereiro, 2023

A Vieira & Freitas mudou de instalações em 2022 para 2023 e isso foi um facto muito relevante na atividade da empresa. Paulo Torres, gerente da Vieira & Freitas diz 2022 foi um ano normal no mercado.

Que ensinamentos se podem tirar de 2022, ao nível do Pós-venda em geral, para os próximos anos?
2022 foi um ano normal no mercado, já tivemos em tempos inflação muito superior, o grande ensinamento a tirar é que devemos continuar a apostar sempre com os pés bem assentes, e sempre focados no progresso do mercado.

Mesmo com a inflação e com as dificuldades no abastecimento de peças, qual o balanço que fazem da vossa atividade em 2022?
O Balanço foi positivo, o ano correu dentro das expectativas.

Qual foi o facto mais marcante da vossa empresa em 2022? Que reflexos esse fato terá na vossa atividade?
O facto marcante na Vieira & Freitas foi o inicio de uma nova era com a mudança de instalações, que esperamos ter concluída no final de fevereiro e com isso poder servir melhor e mais rápido todos os nossos parceiros.

Quais são os cenários mais prováveis para 2023, que possam condicionar (positiva ou negativamente) a atividade pós-venda em Portugal?
O cenário que irá condicionar o pós venda nos próximos anos será o crescimento do mercado dos elétricos, que só ira suceder por vontade politica, na minha opinião, o futuro não poderá ser só elétrico e até agora não foi provado que só essa mobilidade seja vantajosa.

Quais são as perspetivas da vossa empresa para 2023? Vai haver novos investimentos?
O investimento em 2022 foi muito elevado, prevemos continuar a investir neste projeto, mas a fatia grande já foi feita.

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