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“As tendências passam pela digitalização das oficinas, pela procura de soluções de diagnóstico e reprogramação cada vez mais avançadas e pela necessidade de formação técnica especializada”, Liliana Almas, Total Centralinas

19 Junho, 2026

Presente na Expomecânica pelo terceiro ano consecutivo, a Total Centralinas voltou a marcar presença no certame deste ano. Para Liliana Almas, a participação continua a representar uma importante oportunidade de crescimento, não só pela visibilidade proporcionada à marca, mas também pelo contacto direto com clientes, parceiros e profissionais do setor. Nesta edição, a empresa destacou a sua parceria exclusiva com a Alientech e promoveu uma palestra técnica conduzida pelo formador oficial da marca.

Como avalia a participação da sua empresa na Expomecânica? Que aspetos considera mais relevantes?

Participámos nesta feira pelo terceiro ano consecutivo e pretendemos continuar a apostar na nossa presença, uma vez que consideramos que representa uma mais-valia para o crescimento da empresa. Para além da visibilidade da marca, a Expomecânica proporciona excelentes oportunidades de networking, permitindo a partilha de conhecimentos e o estabelecimento de novos contactos comerciais.

Qual foi ou foram os principais destaques na vossa presença neste evento? Lançaram alguma novidade importante?

Além da promoção dos nossos serviços, destacamos a parceria exclusiva com a Alientech, que nos permite focar a nossa atividade junto das oficinas que procuram equipamentos e software de reprogramação de elevada qualidade. Como novidade nesta edição, contámos com a presença do formador oficial da Alientech, que realizou uma palestra técnica muito participada, complementando o trabalho de formação e apoio que temos vindo a desenvolver ao longo dos últimos seis anos.

Globalmente, qual a sua opinião sobre este evento em termos de expositores, qualidade dos stands, visitantes, etc.? Foi melhor que as edições anteriores?

Consideramos que esta edição foi bastante enriquecedora, contando com uma oferta diversificada de expositores nacionais e internacionais e com stands de elevada qualidade. No entanto, tivemos a perceção de que a afluência de visitantes foi ligeiramente inferior à registada em algumas edições anteriores.

No vosso entender, quais foram as grandes tendências que saíram deste evento para o presente e futuro do pós-venda?

Na nossa perspetiva, as principais tendências passam pela crescente digitalização das oficinas, pela procura de soluções de diagnóstico e reprogramação cada vez mais avançadas e pela necessidade de formação técnica especializada para acompanhar a rápida evolução do setor automóvel. Observou-se também um interesse crescente em tecnologias associadas à eletrificação dos veículos, à conectividade e à otimização dos processos de trabalho, refletindo a aposta do mercado na inovação, eficiência e especialização.

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